Embora com um diade atraso aqui deixamos, para assinalar o dia, um poema da grande escritora Cecília Meireles
O Mosquito Escreve
O mosquito pernilongo
trança as pernas, faz um M,
depois, treme, treme, treme,
faz um O bastante oblongo,
faz um S.
O mosquito sobe e desce.
Com artes que ninguém vê,
faz um Q,
faz um U, e faz um I.
Este mosquito
esquisito
cruza as patas, faz um T.
E aí,
se arredonda e faz outro O,
mais bonito.
Oh!
Já não é analfabeto,
esse inseto,
pois sabe escrever seu nome.
Mas depois vai procurar
alguém que possa picar,
pois escrever cansa,
não é, criança?
E ele está com muita fome.
GATAfunho, editora essencialmente vocacionada para o público infantil e juvenil
Benvindos ao blogue da editora GATAfunho
http://www.editoragatafunho.blogspot.com/
A GATAfunho orgulha-se pelo reconhecimento do seu critério editorial por parte do Gabinete do Plano Nacional de Leitura e continuará a trabalhar para escolher rigorosamente bons livros para as crianças
Os nossos livros podem ser obtidos :
Por pedido directo à editora GATAfunho
R.Conselheiro Arantes Pedroso 6,3ºE 1150-112 LISBOA
livros_gatafunho@netcabo.pt
Na nossa loja GATAfunho
Loja 2, Espaço Chiado
Rua da Misericórdia, Nº 14
Lisboa
Em livrarias e outros espaços que poderá encontrar organizadas por distritos, na página Livrarias (clicar em cima).
Quinta-feira, 2 de Junho de 2011
Quinta-feira, 26 de Maio de 2011
Um rapaz invulgar ...
Na mensagem anterior foi feita referência a um comentário que Carlos Fiolhais colocou no seu blogue De Rerum Natura (e posteriormente também na revista as Artes entre as Letras) a propósito da autora Regina Gouveia, mas em que fazia referência à GATAfunho.
(...)O livro mais recente de Regina Gouveia está na linha das outras obras infantis, merecendo tal como a anterior figurar nas listas do Plano Nacional de Leitura. A editora, que o incluiu na colecção Ciência e poesia de mãos dadas, foi a mesma que publicou Um Rapaz Invulgar, uma biografia ilustrada de Einstein para infantes, no Ano Mundial da Física.(...)
No passado dia 11 de Abril, em Hoje vamos espreitar o livro...., espreitámos Um Rapaz Invulgar .
Vamos hoje colocar uma página do seu interior
O episódio da bússola terá sido marcante no pequeno Albert, então com 5 anos
A autora Regina Gouveia refere-o num poema (também aqui publicado em 11 de Abril) que dedicou a Einstein no Ano Internacional da Física (2005) e que começa assim:
Fascinou-o uma bússola que lhe deram em menino
Talvez apontasse, bem cedo, o seu destino
cujos indícios não eram evidentes….
A finalizar informamos que os livros da GATAfunho poderão ser encontrados no stand A47 na feira do Livro do Porto
(...)O livro mais recente de Regina Gouveia está na linha das outras obras infantis, merecendo tal como a anterior figurar nas listas do Plano Nacional de Leitura. A editora, que o incluiu na colecção Ciência e poesia de mãos dadas, foi a mesma que publicou Um Rapaz Invulgar, uma biografia ilustrada de Einstein para infantes, no Ano Mundial da Física.(...)
No passado dia 11 de Abril, em Hoje vamos espreitar o livro...., espreitámos Um Rapaz Invulgar .
Vamos hoje colocar uma página do seu interior
O episódio da bússola terá sido marcante no pequeno Albert, então com 5 anos
A autora Regina Gouveia refere-o num poema (também aqui publicado em 11 de Abril) que dedicou a Einstein no Ano Internacional da Física (2005) e que começa assim:
Fascinou-o uma bússola que lhe deram em menino
Talvez apontasse, bem cedo, o seu destino
cujos indícios não eram evidentes….
A finalizar informamos que os livros da GATAfunho poderão ser encontrados no stand A47 na feira do Livro do Porto
Quarta-feira, 18 de Maio de 2011
A GATAfunho referida no blogue "De Rerum Natura"
POESIA CIENTÍFICA PARA OS MAIS NOVOS
in http://dererummundi.blogspot.com/
Regina Gouveia foi durante muitos anos professora de Ciências Físico-Químicas no ensino secundário. A sua experiência profissional está bem evidente no livro Se eu não fosse professora de Física. Algumas reflexões sobre práticas lectivas (Areal, 2000) Colaborou com o Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, procurando sempre a melhor actualização científica e pedagógica. Em 2005, o Ano Mundial da Física, foi justamente distinguida com a Ordem da Instrução Pública.
Mas Regina Gouveia teve e tem uma second life, que poderia parecer desligada da sua first life, mas, vendo bem, não está. Ela é poeta. Encontram-se nas livrarias e nas bibliotecas vários livros da sua autoria, como Reflexões e Interferências (Palavra e Mutação, 2002) e Magnetismo Terrestre (Calendário, 2005). Os títulos dão conta da ligação entre as suas duas “vidas”: Os temas da sua predilecção são científicos. Poderemos, embora o nome possa enganar, falar de poesia científica. A autora tem-se, em particular, interessado pela poesia para os mais pequenos, como nas obras Era uma vez... Ciência e poesia no reino da fantasia (Campo das Letras, 2006) e Ciência para meninos em poemas pequeninos (Gatafunho, 2009), as duas com títulos elucidativos a respeito da temática dos poemas. Saiu no final do ano passado o seu terceiro livro de poesia científica infantil, Pelo sistema solar vamos todos viajar, com ilustrações do seu filho, o arquitecto Nuno Gouveia. Falemos dele, agora em que a literatura infantil está valorizada pela atribuição do Prémio Camões a Manuel António Pina.
O livro mais recente de Regina Gouveia está na linha das outras obras infantis, merecendo tal como a anterior figurar nas listas do Plano Nacional de Leitura. A editora, que o incluiu na colecção Ciência e poesia de mãos dadas, foi a mesma que publicou Um Rapaz Invulgar, uma biografia ilustrada de Einstein para infantes, no Ano Mundial da Física. Pelo sistema solar vamos todos viajar, pequeno como convém para gente pequena (só tem 36 páginas), tem papel de boa qualidade, o que valoriza tanto o texto como os desenhos a cores. O conteúdo reparte-se por dois poemas: Era uma vez o Sol e Era uma vez a Lua. O primeiro é uma visita guiada ao sistema solar em que o guia é o próprio Sol, ao passo que o segundo trata das observações da Lua por uma menina, a Gabriela, dona da gata Fofinha (a propósito: a editora, que tem como logotipo uma gata, usa também o imprint de Gatafunho). Mas nada como transcrever um excerto de cada um dos poemas para o leitor se dar conta do estilo da autora.
Do primeiro:
“Como nasci?
Eu só sei aquilo que sempre ouvi,
Nasci de uma nuvem de gás e poeira
que rodopiava pelo espaço
em grande brincadeira.
À medida que rodava
A nuvem cada vez mais se condensava,
por causa da gravidade
mais redondinha ficava,
cada vez era mais quente
até que surgiu no céu
Uma estrelinha luzente”
Essa estrelinha era eu
e se pareço brilhante
é porque estou pouco distante
da Terra e de outros planetas
que giram em meu redor.
Em Neptuno, o mais distante,
eu pareço bem menor
e também menos brilhante
mas, em Mercúrio, mais próximo,
já pareço bem maior
e o brilho tem mais fulgor.”
E do segundo:
“Também a gata Fofinha
gosta da luz cheiinha.
Deve até imaginar
qaue é um novelo de lã
E mexe a sua patinha
C omo se o fosse apanhar.
Num aquário redondo,
um peixinho, é o Titã,
nada, nada com afã
e gosta de olhar a lua.
Pensará que é um aquário
com peixinhos a nadar?
Ambos estão enganados
já que a luz, como a Terra,
não é lá muito fofinha
e peixinhos, nem pensar,
pois a lua não tem rios,
não tem lagos, não tem mar.
Talvez por esta razão,
com a ágia quer brincar
e brinca com o mar da Terra
fazendo as marés baixar.
Não tem rios, não tem mar,
não tem lagos ar
para se poder respirar.”
Como se vê, a imaginação poética, aqui especialmente dirigida aos muito pequenos, surge aliada ao rigor científico (repare-se no pormenor da poesia já dar conta da “despromoção” de Plutão de planeta para planeta-anão) numa linguagem muito simples. Onde é que já vimos isso? Pois o nome de António Gedeão, pseudónimo poético de Rómulo de Carvalho, também ele professor de Física do secundário, vem-nos à memória. Como afirma Ferreira da Silva, professor de Física da Universidade do Porto, na badana, “...a formação científica da autora transparece, como em António Gedeão, na obra poética”. Já muito se tem feito para motivar para a ciência os nossos petizes. Como bem mostra Regina Gouveia, a poesia é um meio com o qual se pode fazer ainda mais...
in http://dererummundi.blogspot.com/
Regina Gouveia foi durante muitos anos professora de Ciências Físico-Químicas no ensino secundário. A sua experiência profissional está bem evidente no livro Se eu não fosse professora de Física. Algumas reflexões sobre práticas lectivas (Areal, 2000) Colaborou com o Departamento de Física da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, procurando sempre a melhor actualização científica e pedagógica. Em 2005, o Ano Mundial da Física, foi justamente distinguida com a Ordem da Instrução Pública.
Mas Regina Gouveia teve e tem uma second life, que poderia parecer desligada da sua first life, mas, vendo bem, não está. Ela é poeta. Encontram-se nas livrarias e nas bibliotecas vários livros da sua autoria, como Reflexões e Interferências (Palavra e Mutação, 2002) e Magnetismo Terrestre (Calendário, 2005). Os títulos dão conta da ligação entre as suas duas “vidas”: Os temas da sua predilecção são científicos. Poderemos, embora o nome possa enganar, falar de poesia científica. A autora tem-se, em particular, interessado pela poesia para os mais pequenos, como nas obras Era uma vez... Ciência e poesia no reino da fantasia (Campo das Letras, 2006) e Ciência para meninos em poemas pequeninos (Gatafunho, 2009), as duas com títulos elucidativos a respeito da temática dos poemas. Saiu no final do ano passado o seu terceiro livro de poesia científica infantil, Pelo sistema solar vamos todos viajar, com ilustrações do seu filho, o arquitecto Nuno Gouveia. Falemos dele, agora em que a literatura infantil está valorizada pela atribuição do Prémio Camões a Manuel António Pina.
O livro mais recente de Regina Gouveia está na linha das outras obras infantis, merecendo tal como a anterior figurar nas listas do Plano Nacional de Leitura. A editora, que o incluiu na colecção Ciência e poesia de mãos dadas, foi a mesma que publicou Um Rapaz Invulgar, uma biografia ilustrada de Einstein para infantes, no Ano Mundial da Física. Pelo sistema solar vamos todos viajar, pequeno como convém para gente pequena (só tem 36 páginas), tem papel de boa qualidade, o que valoriza tanto o texto como os desenhos a cores. O conteúdo reparte-se por dois poemas: Era uma vez o Sol e Era uma vez a Lua. O primeiro é uma visita guiada ao sistema solar em que o guia é o próprio Sol, ao passo que o segundo trata das observações da Lua por uma menina, a Gabriela, dona da gata Fofinha (a propósito: a editora, que tem como logotipo uma gata, usa também o imprint de Gatafunho). Mas nada como transcrever um excerto de cada um dos poemas para o leitor se dar conta do estilo da autora.
Do primeiro:
“Como nasci?
Eu só sei aquilo que sempre ouvi,
Nasci de uma nuvem de gás e poeira
que rodopiava pelo espaço
em grande brincadeira.
À medida que rodava
A nuvem cada vez mais se condensava,
por causa da gravidade
mais redondinha ficava,
cada vez era mais quente
até que surgiu no céu
Uma estrelinha luzente”
Essa estrelinha era eu
e se pareço brilhante
é porque estou pouco distante
da Terra e de outros planetas
que giram em meu redor.
Em Neptuno, o mais distante,
eu pareço bem menor
e também menos brilhante
mas, em Mercúrio, mais próximo,
já pareço bem maior
e o brilho tem mais fulgor.”
E do segundo:
“Também a gata Fofinha
gosta da luz cheiinha.
Deve até imaginar
qaue é um novelo de lã
E mexe a sua patinha
C omo se o fosse apanhar.
Num aquário redondo,
um peixinho, é o Titã,
nada, nada com afã
e gosta de olhar a lua.
Pensará que é um aquário
com peixinhos a nadar?
Ambos estão enganados
já que a luz, como a Terra,
não é lá muito fofinha
e peixinhos, nem pensar,
pois a lua não tem rios,
não tem lagos, não tem mar.
Talvez por esta razão,
com a ágia quer brincar
e brinca com o mar da Terra
fazendo as marés baixar.
Não tem rios, não tem mar,
não tem lagos ar
para se poder respirar.”
Como se vê, a imaginação poética, aqui especialmente dirigida aos muito pequenos, surge aliada ao rigor científico (repare-se no pormenor da poesia já dar conta da “despromoção” de Plutão de planeta para planeta-anão) numa linguagem muito simples. Onde é que já vimos isso? Pois o nome de António Gedeão, pseudónimo poético de Rómulo de Carvalho, também ele professor de Física do secundário, vem-nos à memória. Como afirma Ferreira da Silva, professor de Física da Universidade do Porto, na badana, “...a formação científica da autora transparece, como em António Gedeão, na obra poética”. Já muito se tem feito para motivar para a ciência os nossos petizes. Como bem mostra Regina Gouveia, a poesia é um meio com o qual se pode fazer ainda mais...
Quinta-feira, 5 de Maio de 2011
Rafael, um menino de papel-conclusão
Comoveu-se, na chegada,
o menino Rafael.
Estavam todos os amigos.
Com uma festa o receberam,
muito bem organizada.
Até duas flores lhe deram.
Duas Rosas de Papel
Queres construir uma rosa de papel ? Então consulta http://www.youtube.com/watch?v=pdV5aphEny0
Depois podes enviar uma imagem da tua rosa para colocarmos aqui no blogue
Quando a festa decorria
ouviram, com algum espanto,
uma Rã, feita em Papel,
que coaxava num canto
Convidaram-na para a festa
em honra do Rafael
e a Rã, muito contente,
acedeu com alegria
Queres construir uma râ de papel ? Então consulta
http://www.youtube.com/watch?v=rc9lVHvfzMY&feature=related
Depois podes enviar uma imagem da tua rã para colocarmos aqui no blogue
O menino Rafael
tinha já muitos amigos
todos eles de Papel,
todos com letras pintados.
Com vogais, A,E,I,O,U,
distinguiam-se os barquinhos.
Eram poucas as vogais
e o menino Rafael
precisava de mais letras.
Usou então consoantes
para os amigos restantes,
o G, o R, o P, o L, o N e o T.
Vitória, Vitória, acabou-se a Estória....
Queres desenhar um cartaz com as vogais e consoantes que já conheces?
Ou queres contar-nos uma estória com elas?
E porque não uma história com consoantes, vogais e muitas outras coisas mais?
Quarta-feira, 4 de Maio de 2011
A GATAfunho está na feira do Livro de Lisboa
A GATAfunho está no stand A16 na feira do Livro de Lisboa
Livros do dia
4 DE MAIO-EU QUERO UM AMIGO - TONY ROSS
EMÍLIA E O CHÁ DE TÍLIA [ALEXANDRA PINHEIRO]
5 DE MAIO-O RAPAZ QUE TINHA MEDO - MATHILDE STEIN
ANTON [SIMÃO VIEIRA]
6 DE MAIO-ESPELHO - SUZY LEE
POEMAS PARA BRINCALHAR [JOÃO MANUEL RIBEIRO]
7 DE MAIO-RECONSTRUIR AS LENDAS [MARGARIDA FONSECA SANTOS]
SELMA - JUTTA BAUER
8 DE MAIO- ONDA - SUZY LEE
RAFA E A LIBERDADE [FATIMA POMBO]
9 DE MAIO- ANTOLOGIA POETICA VERSO A VERSO [AAVV]
UM RAPAZ INVULGAR - DON BROWN
10 DE MAIO- É TÃO INJUSTO! - PAT THOMSON
NO DOS LIVROS [MARGARIDA FONSECA SANTOS]
11 DE MAIO- CASA GRANDE [JOÃO MANUEL RIBEIRO]
EINSTEIN - LUCA NOVELLI
12 DE MAIO- A MALA RAPIDA DO SENHOR PARADO [RUI ALMEIDA PAIVA
QUANDO A MÃE GRITA - JUTTA BAUER
13 DE MAIO-CIÊNCIA PARA MENINOS EM POEMAS PEQUENINOS - REGINA GOUVEIA
HISTÓRIAS DO BARCO DA VELHA [PEDRO TEIXEIRA NEVES]
14 DE MAIO- ESPELHO - SUZY LEE
MEU AVÔ, REI DE COISA POUCA [JOAO MANUEL RIBEIRO]
15 DE MAIO- MEU REINO POR UM CAVALO [ANTONIO FERRA]
ONDA - SUZY LEE
Livros do dia
4 DE MAIO-EU QUERO UM AMIGO - TONY ROSS
EMÍLIA E O CHÁ DE TÍLIA [ALEXANDRA PINHEIRO]
5 DE MAIO-O RAPAZ QUE TINHA MEDO - MATHILDE STEIN
ANTON [SIMÃO VIEIRA]
6 DE MAIO-ESPELHO - SUZY LEE
POEMAS PARA BRINCALHAR [JOÃO MANUEL RIBEIRO]
7 DE MAIO-RECONSTRUIR AS LENDAS [MARGARIDA FONSECA SANTOS]
SELMA - JUTTA BAUER
8 DE MAIO- ONDA - SUZY LEE
RAFA E A LIBERDADE [FATIMA POMBO]
9 DE MAIO- ANTOLOGIA POETICA VERSO A VERSO [AAVV]
UM RAPAZ INVULGAR - DON BROWN
10 DE MAIO- É TÃO INJUSTO! - PAT THOMSON
NO DOS LIVROS [MARGARIDA FONSECA SANTOS]
11 DE MAIO- CASA GRANDE [JOÃO MANUEL RIBEIRO]
EINSTEIN - LUCA NOVELLI
12 DE MAIO- A MALA RAPIDA DO SENHOR PARADO [RUI ALMEIDA PAIVA
QUANDO A MÃE GRITA - JUTTA BAUER
13 DE MAIO-CIÊNCIA PARA MENINOS EM POEMAS PEQUENINOS - REGINA GOUVEIA
HISTÓRIAS DO BARCO DA VELHA [PEDRO TEIXEIRA NEVES]
14 DE MAIO- ESPELHO - SUZY LEE
MEU AVÔ, REI DE COISA POUCA [JOAO MANUEL RIBEIRO]
15 DE MAIO- MEU REINO POR UM CAVALO [ANTONIO FERRA]
ONDA - SUZY LEE
Terça-feira, 3 de Maio de 2011
Rafael, um menino de papel-continuação
Segunda-feira, 2 de Maio de 2011
Hoje vamos espreitar o livro EU
Já aqui foi referido mais que uma vez, que a GATAfunho criou uma postagem regular
para “espreitar” um livro. O título da postagem será sempre:
Hoje vamos espreitar o livro ....
Desta vez o livro a espreitar é EU, do autor e ilustrador alemão Philip Waechter. edição GATAfunho.
Em frases curtas e imagens simples. o livro conta como o urso, que surge na capa de braços cruzados, apesar de gostar de si, de saber o que quer e do que gosta, por vezes também se sentir "terrivelmente só". É nesses momentos que o nosso urso corre, e corre à procura de alguém a quem diz: "É bom estares aqui!".
Afinal este urso é como todos nós. Sim, porque todos nós, por vezes, nos sentimos "pequenos" e perdidos, e nesses momentos corremos para junto dos nossos amigos ou de um amigo especial.
Aqui ficam duas páginas do livro para espreitares…
para “espreitar” um livro. O título da postagem será sempre:
Hoje vamos espreitar o livro ....
Desta vez o livro a espreitar é EU, do autor e ilustrador alemão Philip Waechter. edição GATAfunho.
Em frases curtas e imagens simples. o livro conta como o urso, que surge na capa de braços cruzados, apesar de gostar de si, de saber o que quer e do que gosta, por vezes também se sentir "terrivelmente só". É nesses momentos que o nosso urso corre, e corre à procura de alguém a quem diz: "É bom estares aqui!".
Afinal este urso é como todos nós. Sim, porque todos nós, por vezes, nos sentimos "pequenos" e perdidos, e nesses momentos corremos para junto dos nossos amigos ou de um amigo especial.
Aqui ficam duas páginas do livro para espreitares…
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